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Arquivo da tag: PUC

Sobre tomar café com cartolas

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Hoje acordei cedo. Passei pela paulista, depois Dr. Arnaldo. Que fzer? Puc ou Bandeirantes?

Fome. Dormi sem comer, só alcool no estômago – Brahma Black, pedido do amigo luhmanniano.

 

Paro para tomar um café em Perdizes. Que há em Perdizes? Puc, cocotas, velhinhos e .. Palmeiras.

Na mesa ao lado eram diretores do Palmeiras articulando a nova chapa para as eleições; e falavam muito alto – reconheci um deles.

Peço um espresso e um queijo mineiro na chapa com pão. Olho pra TV. Todos olham para ver o gol olímpico do Marcos Assunção: Puquianos, cocotas, velhinhos, menos … os diretores do Palmeiras.

Difícil acreditar, né? Pois é.

 

Pego o jornal e leio sobre a possível fraude dos Abravanel. Rumo à Bandeirantes.

 

 

Hoje comprei livros

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Sim, comprei livros e estou muito feliz por ser tão imbecil a ponto de ficar feliz em cheirar livros.

São eles:

1> Karel Čapek: não sei quem é, nunca ouvi falar. O livro chama-se “histórias apócrifas”. Não, não vou olhar na Wiki… espero que este do leste me faça feliz como Gógol.

2>W. Maiakóvski – Sim, ele. Já li, mas fazia um tempão que não lia. Livro: O Percevejo.

3> Evandro Affonso Ferreira (não sei quem é, nunca ouvi falar)². Já li metade de Grogotó! – deve ser brasileiro, pela escrita. Tô achando do caralho. QQ dia tomo uma ceva com este maluco.

4>Bruno Latour – Jamais fomos Modernos. Recomendação do orientador. Já ouvi falar, e parece que é bom e sintético.

5> A. Giddens: teoria social, meio filósofo e psicólogo – muito bom. Livro: A constituição da sociedade, feito para as manhãs de quinta feira com café em são paulo.

6> Carlos Roberto Gonçalves – Motivos profissionais, digamos. Vamos ver se este não é mais um glosador. Livro: Responsabilidade Civil. Como no direito só fazem glosa…. vamos ver.

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Se alguém insinuar que a Editora 34 tava dando 40 por cento de desconto no espaço EDUC direi que é mentira, pois jamais compraria um livro na promoção – não me rebaixo. (Arrãmm)

“Já correram rios de tinta sobre ele, muita fama, hoje, pobrezinho, enconchado aí no rol dos esquecidos, sem trelho nem trebelho (…)” – Detraquê – miniconto de E.A. Ferreira.

as cervejas acabaram e os cigarros também

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mesmo com a liberdade.

mesmo que antes tenhamos voado alto.

A vida universitária depois da graduação não é nada colorida – é cinza, é gris, é cor de burro quando foge.

A preocupação com o que fazer é imensa, e parece que quanto mais se estuda mais o mundo parece uma merda. Nada melhorou ou melhorará, e não há nem mais o horizonte, ou seja, algo que é finito mas não tem fim: no fim do horizonte surge outro horizonte.

(e a foto é nossa)