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Arquivo da tag: censura

sobre os donos dos prédios e os porteiros

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a coisa sempre sobra para os porteiros. É esta, como são muitas, uma relação de poder.

De qualquer forma, acho que é uma situação inusitada para a Globo ter uma relação conflituosa com a CBF.

Que o técnico da seleção da CBF é um sujeito no mínimo desequilibrado, não há dúvidas. Coloco este vídeo aqui mais para se notar a cara de louco do Dunga, a cara de psicopata atrás do hemocentro. É de assustar.

Espera-se agora uma resposta do Alex Escobar, que poderia ter vindo na mesma entrevista coletiva.

O problema não é xingar, não… na verdade os xingamentos deveriam ser mais difundidos na nossa sociedade: por quê existem estas palavras-que-não-podem-ser-faladas? Seria um tipo de abracadabra, que nós falaríamos e alguma coisa (ruim) aconteceria?

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sobre o gizmodo e o iPhone e a ignorância

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Abro hoje de manhã um jornalão, no qual derrubo café. Vejo que o Santos foi campeão – já sabia, acompanhei o belo jogo. Leio sobre uma quase bomba em Nova York, no Times Square – disso não sabia.

Abro o caderno link, do Estadão. A chamada é muito interessante: “biologia eletrônica”, ou seja, como máquinas e chips podem fazer pessoas andarem novamente e enxergarem. O conteúdo é resumido demais.

Uma chamada para a página 5 diz: “Do iPhone no Gizmodo ao último episódio de Lost“.

Bom, disso eu não sei absolutamente nada: vi um iPhone apenas uma vez na mão de um amigo, nunca assisti a nenhum episódio de Lost  – sei só que é um negócio de uma ilha –  e nem quero assitir, pra falar a verdade.

Agora, que porra é Gizmodo? Gizmodo…?….? Deve ser uma nova marca de absorvente, ou algum brinquedinho tipo o Tamagoshi.

Leio a coluna do Pedro Doria, e entendo. Trata-se de um blog que descobriu uma nova geração do iPhone, e a Apple, que, como já disse, não merece idolatria, pediu para a polícia invadir a casa de um jornalista à noite.

O interessante é que o Lost não tem nada a ver com isto: é uma matéria no rodapé da página 5, sobre também o vazamento de um episódio.

Não queria falar nada de mais, mas apenas dizer que mesmo uma pessoa como eu, que entra na internet todo santo dia pode não entender patavinas do que acontece na internet e neste novo mundo “tão importante”.

Li, li,reli, e  sei agora de algumas coisas nem tão importantes assim: entes privados jogando o jogo moderno: compra de fontes jornalísticas, censura à imprensa e proteção aos direitos autorais.